Conheça as diferenças

As pílulas anticoncepcionais de primeira geração começaram a ser comercializadas nos anos 1960. Com alta dose de estrogênio, causavam inchaço dos seios, náuseas, dores de cabeça e distúrbios vasculares.

O Estado de S.Paulo

29 de janeiro de 2013 | 02h02

As de segunda geração entraram no mercado nos anos 1970, com dois novos progestativos (substâncias com as mesmas propriedades que a progesterona), norgestrel e levonorgestrel. Provocavam menos efeitos colaterais, mas havia risco de trombose.

Nos anos 1990 começaram a ser vendidas as pílulas de terceira geração, que associam três novos derivados de progesterona (desogestrel, gestodene e norgestimate).

Entre as eventuais consequências estavam acne, dor nos seios e náuseas, além de trombose.

As de quarta geração são as últimas a chegarem ao mercado e têm um novo progestativo, a drospirenona. Representam pouca evolução em relação aos efeitos colaterais.

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