Copa: em BH, suspeita de bomba coloca polícia em alerta

A manhã que antecedeu o confronto entre Brasil e Chile foi agitada para a polícia em Belo Horizonte. Por volta das 10h30 deste sábado, 28, uma mala abandonada acorrentada a um poste foi encontrada na praça de alimentação do Aeroporto do Confins. A Polícia Federal isolou a área e fez uma sondagem utilizando um robô, mas a mala não continha artefatos explosivos.

ALEX CAPELLA, Agência Estado

28 Junho 2014 | 13h32

Por volta do meio-dia, a Polícia Militar encontrou bombas caseiras e pedras em uma lixeira próxima à Praça dos Esportes, nas imediações do Mineirão, na Região da Pampulha. O material foi recolhido, e levado para análises, mas ninguém foi preso. Desde as 11h cerca de 100 manifestantes se aglomeravam no quarteirão fechado da Praça 7, no Centro de Belo Horizonte. Pouco depois das 12h eles fecharam o principal cruzamento da cidade, bloqueando avenidas Amazonas e Afonso Pena. A PM cercou os manifestantes, usando a tática de "envelopamento".

Ao longo da semana movimentos sociais questionaram a legalidade da tática, que impedia a livre manifestação e expressão de ideias. A medida chegou a ser proibida, mas, depois de defesa feita pelo governo do Estado, foi liberada via decisão liminar. Os cerca de 150 manifestantes, confinados entre linhas de tropas de choque, jogavam bola e gritavam palavras de ordem contra a Copa.

Mais conteúdo sobre:
Copa 2014BHalerta de bomba

Encontrou algum erro? Entre em contato

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.