Corpo da modelo cearense morta na China não foi liberado

Polícia ainda investiga as causas da morte da modelo no começo do mês

Lauriberto Braga,

14 de janeiro de 2013 | 16h09

FORTALEZA - Há 14 dias a modelo cearense Camila Bezerra Veras, de 22 anos, foi encontrada morta no hall do prédio onde morava, em Cantão, na China. A previsão inicial era de que o corpo chegasse a Fortaleza para sepultamento um dia depois. Mas a burocracia chinesa está dificultando a liberação. A advogada Irene Dantas, contratada pela família da modelo para agilizar o traslado, não está encontrando resposta por parte das autoridades da China nem do consulado brasileiro para a vinda do corpo.

O Governo do Ceará já encaminhou comunicado assumindo o custo do traslado, calculado em US$ 15 mil (cerca de R$ 30 mil). As autoridades chinesas, no entanto, primeiro ofereceram a cremação do corpo e que as cinzas fossem levadas para Fortaleza, mas a família não aceitou preferindo manter a tradição de sepultar o corpo.

Com a burocracia chinesa, a previsão feita pela advogada era que o corpo chegasse até a última sexta-feira, 11,. Mas segundo as poucas informações passadas pelo Consulado brasileiro para a família de Camila a Polícia ainda investiga as causas da morte da modelo cearense.

Camila Bezerra Veras estava na China trabalhando para uma agência de modelos de São Paulo há seis meses. Ela foi encontrada morta na manhã do dia 1º de janeiro. O corpo foi achado por companheiras de quarto de Camila, no térreo do condomínio onde morava. Nas primeiras informações da polícia local, a modelo teria caído da janela do apartamento onde morava, no 13º andar.

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