Correção: SP: 20 casos de pancreatite aguda por 100 mil

A nota enviada anteriormente contém uma incorreção. São Paulo tem 20 casos de pancreatite aguda para cada cem mil habitantes, e não 1 a cada 5. Segue o texto corrigido:

AE, Agência Estado

24 de junho de 2013 | 20h41

O Pronto-Socorro (PS) da Santa Casa de São Paulo recebe dois novos doentes com pancreatite aguda, semanalmente. Aproximadamente 20% das ocorrências são avaliadas como graves - metade causa a morte. Segundo o professor Tércio de Campos, da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa, a cada 100 mil habitantes, 20 desenvolvem a pancreatite aguda por ano no Estado de São Paulo. De acordo com a Agência Brasil, Campos foi um dos conferencistas da 3.ª Jornada do Departamento de Cirurgia da Santa Casa. O encontro reuniu, de quarta-feira, 19, a sábado, 22, médicos do Brasil e de outras nações para debater, nos quatro dias, diversos assuntos do setor.

A inflamação aguda do pâncreas pode lesar outros órgãos, como rins, pulmões, e fígado. O pâncreas produz insulina e proteínas que auxiliam na digestão da alimentação. A enfermidade é provocada pelo consumo em excesso de álcool ou por pedras na vesícula. "Isso provoca a inflamação do pâncreas e faz com que a pessoa tenha dores fortes que irradiam para as costas, além de vômitos. Se (o paciente) não procurar o médico rapidamente, pode agravar e comprometer outros órgãos", afirmou. "Quem tem cálculos neste órgão (vesícula) deve procurar o médico para tirar as pedras ou mesmo verificar se há necessidade da retirada da vesícula."

A preocupação é que não há tratamento e remédio específicos para a pancreatite aguda. Na maioria dos casos, o procedimento é internar o paciente, deixá-lo em jejum e hidratar com soro e analgésicos na veia. "Em casos mais graves, (o paciente) pode precisar ir para a UTI, tomar antibióticos, (fazer) cirurgia e retirar um pedaço do pâncreas", afirmou.

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