CORREÇÃO-Vale toma medidas 'restritivas' após caso de H1N1 no RJ

Um caso confirmado de gripe H1N1 num prestador de serviços da Vale levou a mineradora a adotar "medidas mais restritivas" para 90 pessoas, entre funcionários e prestadores de serviço da companhia, que trabalham em salas alugadas pela empresa no 30o andar de um edifício comercial no centro do Rio de Janeiro.

(CORRIGE NO 1O, REUTERS

23 de junho de 2009 | 10h44

"Com o intuito de preservar a saúde dos demais empregados e prestadores de serviço, a Vale adotou medidas mais restritivas, solicitando que todas as pessoas que trabalham no 30o andar do Edifício Santos Dumont ou que tiveram contato direto com o profissional procurem o posto de saúde municipal mais próximo à sua residência ou atual hospedagem informando o caso", disse a Vale em nota.

De acordo com a mineradora, nenhuma das 90 pessoas apresentaram sintomas da doença até o momento.

Um consultor que presta serviços para a Vale teve a doença diagnosticada no último dia 19 depois de fazer uma viagem à Argentina. Segundo a companhia, ele passa bem e está em repouso domiciliar.

Nesta segunda-feira, o Ministério da Saúde confirmou mais 25 novos casos da doença, o que leva o total de infectados no país para 240.

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), a gripe H1N1 já infectou mais de 44.200 pessoas em 100 países, com 180 mortes.

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