Crise de Dubai não chega ao Brasil diz Mantega;Bradesco concorda

SÃO PAULO, 27 de novembro (reuters) - O abalo nos mercados financeiros provocado pela proposta de Dubai de adiar os pagamentos de dívidas é passageiro e não terá maiores consequências para o Brasil, segundo o ministro da Fazenda, Guido Mantega.

REUTERS

27 de novembro de 2009 | 07h05

"Acho que não vai pegar. Isso (o medo de calote) mexeu um pouco com os mercados, mas acho que aqui não vai ter maiores consequências", disse o ministro na noite de quinta-feira a jornalistas, após participar de evento com banqueiros.

Falando à Reuters, o presidente-executivo do Bradesco, Luiz Carlos Trabuco Cappi, disse também não acreditar em maiores reflexos de Dubai sobre o Brasil.

"Foi até melhor que essas notícias vieram num dia de feriado nos Estados Unidos (Dia de Ação de Graças)", que paralisou os negócios em Wall Street, comentou.

"Assim dá tempo de os investidores pensarem melhor", disse Trabuco, ao considerar que não há exposição de bancos brasileiros naquele mercado.

(Reportagem de Aluísio Alves)

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