''Custo não pode ser só do cliente''

Entidade pede garantias ao BC

, O Estadao de S.Paulo

30 Outubro 2009 | 00h00

Dois dos principais órgãos de defesa do consumidor de São Paulo têm posições diferentes sobre o sistema DDA de pagamento de boletos por meio eletrônico. O Procon-SP se pronunciou exclusivamente por meio de nota oficial, sob a justificativa, manifestada por um assessor, de não buscar fazer "juízo de valor, nem contra nem a favor". Na nota, de 19 linhas, outra vez assinada pela Assessoria de Imprensa, a entidade registra o alerta de que "o consumidor não é obrigado a aderir ao sistema DDA".

Na Pro Teste, entidade que conta com o apoio de ONGs internacionais e conta com 350 mil filiados em diversos países, a posição é firme e clara: "Lemos os contratos de adesão feitos pelos bancos e não há nenhum item que garanta que o novo serviço não será cobrado dos clientes", reclama a coordenadora Maria Inês Dolci.

"É claro que somos a favor do avanço da tecnologia, mas não tem cabimento que cada passo adiante tenha um custo para o público."

A coordenadora da Pro Teste promete fazer gestões com o Banco Central para que o impedimento de cobranças pela utilização do DDA fique rigorosamente explicita na relação entre os bancos e seus clientes.

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