De chef para chef: amigo nada secreto

A ideia cresceu, atravessou o Atlântico, agitou cozinhas e bateu de volta onde começou: aqui mesmo, no Paladar. Veja como foi o amigo-nada-secreto-entre-chefs. Ah, e os presentes-receitas são todos seus

Olívia Fraga,

23 de dezembro de 2010 | 09h17

Em vez da tradicional brincadeira de amigo secreto - da qual pouca gente consegue escapar no fim de ano -, o Paladar resolveu fazer o jogo ao contrário: o amigo declarado. Os participantes, todos chefs, escolheram o amigo e cozinharam o presente, claro. Cada participante teve de justificar sua escolha.

Para começar, convidamos o chef José Barattino, do restaurante Emiliano, numa declarada homenagem do Paladar ao trabalho cuidadoso que o chef vem fazendo na seleção de produtores e produtos em sua cozinha.

O jogo foi ficando bom. A corrente atravessou o Atlântico, parou no Oriente Médio, para depois fazer um bate-volta nas duas costas norte-americanas. Além de três brasileiros e dois "franco-brasileiros", entraram na brincadeira uma americana de alma libanesa e um marroquino de alma americana. E uma hiponga que reina em São Francisco. Houve uma tentativa de aportar na Itália, mas Carlo Petrini estava em férias e, receoso de complicar a vida dos outros participantes, retirou-se do jogo.

O círculo fechou-se quando Dan Barber, sabendo ser o último participante, ofereceu seu prato a Barattino. Armação nossa? Bem, nós demos uma ajudinha. Mas Dan Barber topou na hora, pois conheceu Barattino no ano passado. O jogo termina na próxima página, com dez receitas exclusivas de presente para os leitores do Paladar.

Para acompanhar a brincadeira, siga as setas.

 

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