Decisão na velocidade dos negócios
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Decisão na velocidade dos negócios

Odilon Almeida, executivo responsável pelo mercado financeiro da InterSystems no Brasil, analisa a digitalização dos processos e a adoção da tecnologia pelas empresas

InterSystems, Media Lab Estadão
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04 de novembro de 2020 | 15h21

O volume de dados produzidos e trafegados não para de aumentar. Em um setor como o de finanças e mercado de capitais, recursos como machine learning e inteligência artificial precisam se alinhar às necessidades de operações de analíticos avançados para que gestores e profissionais da área de tecnologia definam como suportar as demandas previstas e as inesperadas com a máxima competitividade possível. Esse é o cenário característico em que processamento de informações em tempo real somado a capacidade de análise nas decisões de negócios são vitais.

Nas instituições financeiras, a digitalização dos processos e o aumento exponencial das informações relevantes para a tomada de decisão obrigam as organizações a ter capacidade de utilizar, processar e analisar prontamente todas as informações disponíveis. Somente a tecnologia pode atender a essas necessidades na mesma velocidade em que as ações das empresas sobem e descem nas bolsas de valores.

Como em toda construção, o alicerce tem de ser bem projetado. Na tecnologia, isso pode ser representado por uma plataforma de dados ágil e inovadora, que tenha estrutura para processar, armazenar, integrar e interoperar dados e sistemas heterogêneos. Caso contrário, não haverá o suporte necessário para a carga de trabalho das aplicações transacionais e analíticas. É por isso que a plataforma tem de ser capaz de integrar dados de diversas fontes e padrões em uma linguagem única, que possibilite a criação de aplicações avançadas.

Muitas das aplicações atuais exigem grande produtividade e alto desempenho no acesso simultâneo a dados, como as utilizadas para serviços financeiros, que exigem muito desempenho e velocidade de acesso. Recentemente o Enterprise Strategy Group – conceituada consultoria norte-americana – realizou um teste para medir o desempenho de plataformas de dados de código aberto entre quatro dos maiores desenvolvedores globais desse software. O resultado revelou que a vencedora é a mais indicada para desenvolvimento de aplicações de missão crítica, como é o caso do setor financeiro.

A plataforma superou as concorrentes em número de registros ingeridos, taxas de ingestão de dados, consistência de ingestão ao longo do tempo, número de registros consultados e o tempo de resposta à consulta de cada banco de dados. Essas características são importantes neste momento para as instituições financeiras do Brasil, já que enfrentam mudanças desafiadoras em seus modelos de atendimento e de negócios, quando ganham parceiros startups no Open Banking, além do advento do PIX. Os players, portanto, necessitam não só da velocidade que as ferramentas proporcionam a eles, mas também da criatividade inerente ao ser humano.


 

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