Delegado quer me incriminar, diz ex-namorado de Mércia

Um dia após a Justiça revogar seu pedido de prisão temporária, o advogado e policial militar reformado Mizael Bispo de Souza criticou o delegado da Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), Antônio De Olim. Olim é responsável pela investigação do assassinato da advogada Mércia Nakashima, ex-namorada de Souza. Para o ex-PM, considerado pela polícia o principal suspeito do crime, o delegado Olim o persegue e transformou as investigações em algo pessoal.

AE, Agência Estado

16 de julho de 2010 | 09h17

"O Olim quer se promover politicamente, se transformar em secretário de Segurança Pública. Ele não sai da televisão falando deste caso e fazendo acusações sem fundamento contra mim. O Olim é incompetente. Até agora, ele não conseguiu elucidar o caso", afirmou Souza.

O ex-PM voltou a dizer que é inocente e disse que não se apresentou à polícia após a Justiça decretar sua prisão por considerá-la "arbitrária". "Sem fundamento, sem nenhuma prova contra mim. O doutor Olim agiu de forma arbitrária comigo. Ele me elegeu como único culpado pelo crime e foi em cima de mim o tempo todo." As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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