Dgé é meio bar, meio restaurante

Com jeito de restaurante e pegada de bar, o Dgé, de Rogério Maldonado, é um pouco de cada. "Um bar com entradinhas e alguns pratos, sem formalidades", diz o chef. "A proposta é a de uma cozinha simples, com comidas da infância, mas bem executadas, com técnica."

LUCINÉIA NUNES, O Estado de S.Paulo

06 Dezembro 2012 | 02h12

Formado em engenharia, marketing e gastronomia, Rogério, o Dgé, passou seis meses na cozinha três-estrelas Michelin da Osteria Francescana, de Massimo Bottura, na Itália. "Ele me ensinou a não abrir mão dos ingredientes da região." A lição aparece no uso de frutas brasileiras e em receitas como caldinho de feijão; panelinha de moela; rabada de boi servida com banana-da-terra; e cuscuz de pupunha. O bar traz ampla carta de drinques clássicos e criações do bartender Thiago Saltini, além de uma seleção com quase 30 rótulos de cerveja, a maioria brasileira.

Na esquina que abrigou o extinto Bola Preta, na Alameda Campinas com a Rua José Maria Lisboa, o Dgé funciona em dois andares. No primeiro, um corredor com ares modernos abriga o bar e metade das mesas. No piso superior, a varanda com parede de tijolinhos e teto retrátil é perfeita para o verão. Por enquanto, o Dgé abre só à noite. "Mas em breve terá também almoço executivo", avisa o chef.

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