Dilma classifica violência de mascarados de 'barbárie'

'É necessário que tanto a Justiça quanto os órgãos responsáveis coíbam essa violência', diz a presidente sobre agressões e depredações em protestos

BEATRIZ BULLA E GUSTAVO PORTO, Agência Estado

30 Outubro 2013 | 10h33

A presidente Dilma Rousseff voltou a falar na manhã desta quarta-feira, 30, que defende manifestações democráticas, mas classificou a "violência dos mascarados" como "uma barbárie". "Acho que tem que ser coibida. É necessário que tanto a Justiça quanto os órgãos responsáveis coíbam essa violência, garantindo que não haja nem violência física contra pessoas nem ataque ao patrimônio publico ou privado", disse Dilma.

Ela citou episódios que a deixam "muito triste", como quando assiste "a uma violência muito grande, como a que atingiu aquele jovem negro em São Paulo, ou quando vemos o coronel da PM ser barbaramente agredido".  No sábado, Dilma já havia usado a palavra barbárie ao comentar a agressão ao coronel na noite de sexta-feira, 25.

A presidente mencionou que, na maioria dos dias, quando está resolvendo os problemas da população, gosta de ser presidente. "Ser presidenta tem momentos muito bons, principalmente quando conseguimos resolver de fato problemas da população. Eu me sinto muito bem como presidenta, por exemplo, no Mais Médicos", contou. Entre os dias considerados tristes, mencionou o episódio do incêndio na Boate Kiss, em Santa Maria (RS).

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