Dilma concorda com Temer e diz que PMDB não será coadjuvante

A candidata do PT à Presidência da República, Dilma Rousseff, concordou nesta segunda-feira com o seu vice, o deputado Michel Temer (SP), de que o PMDB deve ser considerado protagonista de seu governo, se ela for eleita.

REUTERS

14 de junho de 2010 | 13h02

No sábado, ao oficializar a aliança com o PT, Temer, que é presidente do PMDB, disse que seu partido não deve ser tratado como coadjuvante na chapa.

"Esta é uma questão que o presidente Lula sempre me deu como diretriz. Não se faz um governo como ministros de primeira, segunda e terceira linha. Todos têm o mesmo estatuto", disse Dilma em entrevista à rádio Jovem Pan.

A candidata petista também rebateu as críticas do PSDB de que não tem histórico para disputar a Presidência. Ela lembrou que já ocupou a secretaria da Fazenda de Porto Alegre, a secretaria de Minas e Energia e Comunicações do governo do Estado do Rio Grande do Sul, o Ministério de Minas e Energia e a Casa Civil do governo Luiz Inácio Lula da Silva.

"Uma coisa é experiência de governo, outra é experiência eleitoral." A eleição deste ano é a primeira de Dilma.

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