Dilma lamenta morte de Niemeyer, 'gênio' e 'revolucionário'

A presidente Dilma Rousseff lamentou a morte do arquiteto Oscar Niemeyer na noite de quarta-feira, recordando-o como um gênio brasileiro e um homem que sonhou com uma sociedade igualitária.

Reuters

06 Dezembro 2012 | 00h16

Niemeyer morreu nesta quarta devido a uma infecção respiratória, após ter sido hospitalizado no início de novembro com problemas renais e hemorragias digestivas.

"O Brasil perdeu hoje um dos seus gênios. É dia de chorar sua morte. É dia de saudar sua vida", disse Dilma em nota.

A presidente exaltou o arquiteto como um revolucionário, mentor de uma nova arquitetura, e também citou a ideologia política de esquerda de Niemeyer.

"Da sinuosidade da curva, Niemeyer desenhou casas, palácios e cidades. Das injustiças do mundo, ele sonhou uma sociedade igualitária", acrescentou Dilma.

"A sua história não cabe nas pranchetas."

A Presidência da República informou que o corpo de Niemeyer será velado no Palácio do Planalto a partir de quinta-feira à tarde.

(Por Pedro Fonseca, no Rio de Janeiro; Reportagem adicional de Ana Flor, em Brasília)

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