Dilma minimiza pesquisa, diz que não tem razão para se inquietar

A candidata do PT à Presidência, Dilma Rousseff, procurou minimizar o resultado da pesquisa Datafolha divulgada na quarta-feira lembrando que sua oscilação ficou dentro da margem de erro. E afirmou que a esperança vencerá o ódio.

REUTERS

23 de setembro de 2010 | 11h24

"Está perto do dia 3 de outubro e a gente não tem que se inquietar", disse a candidata a jornalistas em Brasília nesta quinta-feira.

Segundo o Datafolha, a vantagem da petista sobre os demais candidatos caiu de 12 pontos para 7 pontos percentuais. Pelos números, ela ainda seria eleita no primeiro turno se a eleição fosse hoje, mas aumentam as chances de ser preciso uma segunda rodada de votações.

Dilma voltou a fazer o discurso de que não baixará o nível de sua campanha e reinventou o slogan petista de 2002 de que "a esperança venceria o medo".

"Ah a esperança no Brasil, o amor por este povo vence o ódio", disse Dilma ao se referir à campanha do principal adversário, José Serra (PSDB).

(Reportagem de Natuza Nery)

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