'Dose letal' de anestésico matou Michael, diz relatório

Médicos-legistas concluíram que o astro pop Michael Jackson morreu depois de uma "dose letal" do anestésico propofol, informou o jornal "Los Angeles Times", citando um mandado de busca revelado em Houston. De acordo com o mandado, na manhã da morte do cantor, em 25 de junho, o médico Conrad Murray passou horas tentando induzir o sono do paciente utilizando diversas drogas, mas nenhuma surtiu efeito. Por volta das 10h40, o médico ministrou 25 miligramas de propofol depois de Jackson ter pedido a droga. De acordo com o relato de Murray, ele deixou Jackson sozinho à espera de que a droga surtisse efeito e saiu para fazer alguns telefonemas.

RICARDO GOZZI, Agencia Estado

24 Agosto 2009 | 17h19

Quando voltou, percebeu que o cantor já não respirava mais. O médico disse a detetives que vinha tratando o artista por causa de uma insônia há aproximadamente um mês e meio. Murray manifestou aos investigadores temores de que Michael Jackson estaria ficando viciado em propofol e disse que havia passado a usar outros medicamentos. As informações são da Dow Jones.

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