Ecclestone libera Barein de pagar taxas do GP de F1

O chefe da Fórmula 1 Bernie Ecclestone liberou os organizadores do Grande Prêmio do Barein de pagar as taxas relativas à corrida depois que a prova de abertura da temporada foi cancelada devido aos distúrbios no país.

REUTERS

23 de fevereiro de 2011 | 11h29

"A cota que normalmente é paga pelo evento não está sendo paga", disse Ecclestone ao jornal Daily Telegraph na quarta-feira.

"Não vou cobrar por uma corrida que eles não vai fazer", afirmou. "É como se um terremoto tivesse acontecido. Ninguém podia prever há um mês."

A decisão de Ecclestone, incomum para um homem que trata de grandes negócios, significa que a empresa administradora da Fórmula 1 perderá dezenas de milhões de dólares se a corrida não for remarcada para outra data da temporada.

"Ninguém sai ganhando com isso", disse o empresário, de 80 anos, ao jornal Times.

"Quero ser leal ao rei porque ele está fazendo tudo que pode para acertar as coisas com seu povo. Ele não precisa de pessoas como eu apunhalando-o pelas costas", acrescentou.

Sem a prova do Barein, que aconteceria no dia 13 de março, a Austrália será a sede da primeira corrida da temporada da F1, em 27 de março.

(Reportagem de Alan Baldwin)

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