Eduardo Campos deixa legado de luta para mudar o Brasil, diz irmão

"Ele morreu lutando pelos seus ideais, morreu lutando pelo que acreditava. E esse legado de luta, tentando mudar o Brasil, tentando refletir o Brasil, tentando melhorar o Brasil, que o Brasil faça uma reflexão sobre o destino desse país. E Eduardo deixa esse legado de luta", disse Antônio Campos a jornalistas na frente da casa da família, no Recife.

REUTERS

13 Agosto 2014 | 16h09

Eduardo Campos morreu lutando por seus ideais e deixa um legado de luta por mudança no Brasil, disse nesta quarta-feira o irmão do candidato à Presidência pelo PSB.

O candidato do PSB, de 49 anos, morreu devido à queda do avião em que estava em Santos, na manhã desta quarta-feira, após ter decolado do Rio de Janeiro em direção ao litoral paulista, onde tinha compromissos de campanha.

Campos, que governou Pernambuco de 2006 a 2014, tinha cerca de 10 por cento das intenções de voto nas pesquisas da corrida presidencial de outubro. Ele se posicionava como um socialista pró-empresários e foi aliado até o ano passado da presidente Dilma Rousseff, que tenta a reeleição.

Segundo o irmão do candidato, Campos será enterrado no mesmo túmulo do avô, o também ex-governador de Pernambuco Miguel Arraes, que morreu exatamente há nove anos.

Antônio Campos disse ter conversado com o irmão por telefone antes do acidente nesta quarta de manhã e contou que o candidato estava feliz com a "participação positiva" dele na entrevista de terça-feira à noite ao Jornal Nacional, da TV Globo.

(Por Felipe Pontes e Pedro Fonseca, no Rio de Janeiro)

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