Elas andaram de bar em bar. E foram parar nos restaurantes

Quando provou pela primeira vez uma witbier, cerveja de trigo belga, Tsuyoshi Murakami a achou aguada. Ao combiná-la com sushis, sashimis e tempurás, a impressão mudou. Veja também O vinho que se cuide Paixão pela bebida nasceu ao som de rock Cerveja é coisa de mulher. Que o diga Cilene "Parece um Borgonha da cerveja, tem elegância. Muita gente fala de comida japonesa com chá, com saquê e com vinho. Mas essa combinação com a Damm Inedit, coprodução com o Adrià, emocionou", diz o chef do Kinoshita (tel. 3849-6940). Neste mês, o restaurante lança uma minicarta de cervejas com opções que vão bem além das japonesas e da brasileira Lust, hoje as únicas disponíveis. A partir de amanhã, o AK (tel. 3129-7359) também amplia o repertório, com oito estilos e sugestões de harmonização. As alcachofras recheadas com tartare de atum e aïoli de manjericão são recomendadas com a witbier Blanche de Bruxelles ou com a porter Colorado Demoiselle, de Ribeirão Preto. Novidade da casa, os sanduíches abertos também têm seus "pares perfeitos". O de língua marinada e figos grelhados? Vai bem com a bitter Black Sheep Ale. O Arturito (tel. 3063-4951) vai lançar, em novembro, uma minicarta com cerca de dez itens. "Pensamos em rótulos que possam acompanhar toda a refeição", diz o maître Vini Schroeder. A Bamberg Bock, por exemplo, foi muito bem com o magret defumado, com o ojo de bife e com o queijo saint agur. "É um diferencial para um restaurante focado em vinhos."

Roberto Fonseca,

01 Outubro 2009 | 09h51

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