Elegi (Elegia)

Tomas Tranströmer

07 de outubro de 2011 | 20h07

Tradução: Regina Gama Larsson

Eu abro a primeira porta

É um grande quarto iluminado pelo sol.

Um carro pesado passando na rua

E faz a porcelana tremer.

Eu abro a porta número dois.

Amigos! Vocês beberam a escuridão

E se tornaram visíveis.

Porta número três. Um quarto de hotel lotado.

Vista para o beco

Uma lanterna a brilhar no asfalto

Experiência  da escória de beleza

***

Jag öppnar den första dörren

Det är ett stort solbelyst rum.

En tung bil går förbi på gatan

Och får porslinet darra

Jag öppnar dörr nummer två

Vänner! Ni drack mörkret

Och blev synliga.

Dörr nummer tre. Ett trångt hotellrum.

Utsikt mot bakgata.

En lykta som gnistrar på asfalten.

Erfarenheternas vackra slagg

Do livro 17 dikter till för levande och döda (17 Poemas Para Vivos e Mortos), 1997.

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