Em Ilhabela, só metade da faixa de areia é do banhista

Disputar um lugar ao sol está cada vez mais difícil em Ilhabela, no litoral norte paulista. Banhistas concorrem com barcos estacionados, vendedores ambulantes, jet skis e um mar de guarda-sóis, que ocupa mais da metade da faixa de areia de algumas praias. E, por ser uma ilha, essa faixa já é mais estreita.

REGINALDO PUPO, Agência Estado

19 de novembro de 2012 | 10h37

Na manhã de sábado (17), na Praia do Curral, a mais badalada da cidade, mais da metade da faixa de areia estava ocupada por mesas e guarda-sóis dos quiosques ao longo da orla, tirando espaço dos banhistas, que tinham dificuldades para caminhar. Circular na praia de ponta a ponta requeria dose de paciência e exercício físico, pois era preciso se abaixar várias vezes para passar por debaixo dos guarda-sóis.

Além disso, dezenas de vendedores ambulantes congestionavam o meio da praia, com redes, chapéus, óculos de sol, biquínis, cangas e até queijo coalho. O vaivém de pessoas interessadas em comprar alguns desses artigos fazia lembrar as movimentadas lojas do Brás ou da Rua 25 de Março, na capital paulista, em plena praia.

"Estamos sendo cada vez mais empurrados para próximo do mar, uma vez que não tem mais espaço na areia", queixava-se a bióloga Solange Frederich, de 32 anos, que estava com o filho de 3 anos. "Ele gosta de fazer castelo na areia, mas com esse tumulto fica difícil e acaba parando muito próximo da água, o que é perigoso", acrescentou. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo

Tudo o que sabemos sobre:
feriadopraiasIlhabela

Encontrou algum erro? Entre em contato

Comentários

Os comentários são exclusivos para assinantes do Estadão.

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.