''Em Imperatriz, a Justiça virou a porta de entrada dos hospitais'', diz promotor

''Em Imperatriz, a Justiça virou a porta de entrada dos hospitais'', diz promotor

MARANHÃO

, O Estadao de S.Paulo

02 Abril 2010 | 00h00

Mesmo com a repercussão negativa da morte de uma criança de 8 anos, no sábado, por falta de UTI pediátrica na cidade de Imperatriz (MA), os pais continuam tendo de recorrer à Justiça para conseguir um leito para seus filhos. Somente nos dois primeiros dias desta semana, a promotoria da Infância e da Juventude de Imperatriz ingressou com quatro medidas cautelares contra o município e o Estado para garantir leito de UTI pediátrica e neonatal para crianças da região. De acordo com o promotor João Marcelo Trovão, o número de pedidos judiciais pode ser maior porque não foram contabilizadas ações impetradas nos plantões judiciários da cidade. Nos últimos 15 meses, 60 crianças morreram no município do interior maranhense por falta de leitos de UTI.

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