Em protesto, Greenpeace pede metas para salvar o clima

Um grupo de oito ativistas do Greenpeace fez uma manifestação nesta terça-feira em Brasília, para pedir ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva que compareça à Conferência do Clima da ONU, na Dinamarca, com metas concretas contra o aquecimento global.

SOLANGE SPIGLIATTI, Agencia Estado

13 de outubro de 2009 | 13h48

Segundo a organização não governamental, os ativistas pediram ao presidente que o Brasil assuma sua responsabilidade no controle do aquecimento global e adote medidas efetivas nos setores de florestas, energia e oceanos.

Os ativistas chegaram ao local, na frente do Centro Cultural Banco do Brasil, usando fantasias que representam os setores envolvidos na questão de clima: uma vaca simbolizava o desmatamento na Amazônia, um homem-placa solar para simbolizar as energias renováveis, uma tartaruga marinha representando os oceanos, além de uma máscara do presidente.

Os ativistas encerraram o protesto protocolando uma mala de viagem, uma representação de uma passagem aérea para Copenhague, onde em dezembro acontecerá a Conferência do Clima, além de um formulário de imigração com o caminho que o Brasil deve seguir na luta contra o aquecimento global.

O Greenpeace também defende que, até 2020, pelo menos 25% da eletricidade do País seja gerada a partir de fontes renováveis de energia como vento, sol, biomassa e pequenas centrais hidrelétricas e propõe que o governo brasileiro transforme pelo menos 30% do território costeiro-marinho do Brasil em áreas protegidas até 2020.

Hoje à tarde, o presidente deve se reunir com ministros para discutir a proposta brasileira sobre as mudanças climáticas a ser apresentada em Copenhague.

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