Em São Paulo, 4 mil protestam contra acidente da Petrobras

Manifestação pacífica durou cerca de quatro horas, em Paulínia; paralisação não afetou produção de refinaria

Rose Mary de Souza, especial para O Estado de S.Paulo

24 Setembro 2008 | 19h30

Cerca de 4 mil funcionários da refinaria Refinaria Planalto (Replan), da Petrobras, em Paulínia, região de Campinas, atrasaram o início das atividades nesta quarta-feira, 24, em protesto pelos quatro colegas mortos e dois feridos em acidente na unidade em São Miguel dos Campos, Maceió. A manifestação começou as 5h30 e terminou as 9h40. Os trabalhadores se concentraram na entrada norte da Replan e fizeram um minuto de silêncio em respeito as vítimas.   Veja também: Vítimas da explosão serão identificadas pelo DNA Explosão em unidade da Petrobrás mata 4   Os representantes do sindicato dos petroleiros reclamaram da terceirização do trabalho e do alto índice de casos de acidentes nas unidades da refinaria em todo o Brasil. Segundo eles, só este ano 17 pessoas morreram e dezenas saíram feridas. A assessoria de imprensa da Replan informou que a paralisação não afetou a produção e que os acidentes estão sendo apurados em sindicâncias.

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