Em SP, ação contra falsificação fecha Galeria Pajé

A Guarda Civil Metropolitana (GCM) dá prosseguimento hoje a uma operação na Galeria Pagé, tradicional centro popular de compras localizado na região da Rua 25 de Março, no centro de São Paulo. A galeria está fechada desde as 16 horas de sexta-feira, quando um efetivo de mais de 200 guardas deu início à operação para fiscalizar o comércio de produtos falsificados.

AE, Agência Estado

10 de abril de 2011 | 17h47

Conforme a assessoria de imprensa da Secretaria de Segurança Urbana, a fiscalização administrativa e regularização deve continuar durante a próxima semana. Ainda de acordo com a assessoria, cerca de 40% das lojas do bloco B da Galeria Pajé já foi vistoriada. A previsão da Secretaria é que a inspeção termine até quarta-feira, quando deve ser divulgado um balanço da operação.

Para a próxima sexta-feira está marcada uma reunião entre os administradores da Galeria Pagé e representantes do Ministério Público (MP) na sede da Prefeitura. Na ocasião deverá ser debatida a regularização do centro de compras.

A operação conta com a participação de equipes do Gabinete de Gestão Integrada de Segurança, das polícias Federal, Civil e Militar, Receitas Estadual e Federal, Vigilância Sanitária e, fiscais de licenciamento. A GCM é responsável por ajudar na preservação do local, na proteção das pessoas e dos agentes que estão na galeria.

Desde sexta-feira, vários lojistas estrangeiros que atuam irregularmente no centro de compras foram detidos e encaminhados à Polícia Federal (PF), assim como mercadorias apreendidas.

Ontem, o advogado dos lojistas, Ederson Blanco, recomendou aos clientes que não entrassem no prédio. "Eles não tem autoridade para realizar esse tipo de ação nem possuem em mãos um mandado judicial", afirmou Blanco. O advogado foi procurado hoje para comentar o andamento da operação, mas não foi localizado pela reportagem.

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