Emissões de dióxido de carbono por desmatamento da Amazônia caem nos últimos dois anos, diz Inpe

As emissões de dióxido de carbono resultantes do desmatamento da Amazôni caíram 16 por cento no período entre agosto de 2011 e julho de 2012 em relação ao período anterior, informou o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) nesta sexta-feira.

Reuters

21 Dezembro 2012 | 17h41

No período, em que o desmatamento da floresta resultou na emissão de 352 milhões de toneladas de dióxido de carbono, um dos gases causadores do efeito estufa, também foi registrado o menor índice de perda florestal desde do início das medições em 1988: 4.665 quilômetros quadrados.

Ainda de acordo com o sistema de estimativa de emissões do instituto, o Inpe-EM, houve queda de 64 por cento nas emissões de dióxido de carbono na comparação com o períiodo entre agosto de 2003 e julho de 2004, quando foram desmatados quase 28 mil quilômetros quadrados de floresta amazônica.

O Inpe informou que a estimativa de emissões para o período 2011/12 pode sofrer um ajuste posteriormente, assim que forem anunciados os dados consolidados do sistema Prodes (Projeto de Monitoramento do Desflorestamento na Amazônia Legal), que mede o desmatamento da Amazônia no período apontado por especialistas como ano-calendário do desmatamento, de agosto de um ano a julho do ano seguinte.

(Por Eduardo Simões)

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