Empresa de softwares para varejo Linx pede registro para IPO

A empresa paulista de softwares para varejistas Linx submeteu à aprovação da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) um pedido de registro de companhia aberta junto com solicitação para também realizar uma oferta inicial de ações (IPO, na sigla em inglês).

Reuters

06 Dezembro 2012 | 19h28

A operação, que envolve a venda de ações novas (oferta primária) e de outras detidas por um dos atuais acionistas (secundária), será coordenada pelo Credit Suisse, em parceria com Morgan Stanley, BTG Pactual e o Itaú BBA.

A empresa se apresenta como a líder no fornecimento de soluções de softwares para o setor varejista no Brasil, com 29 por cento de participação de mercado. Com base num estudo da consultoria IDC, a empresa espera que este mercado cresça em média 18 por cento ao ano até 2015 no país.

A companhia teve receita líquida de 185 milhões de reais em 2011. O resultado operacional, medido pelo Ebitda (lucro antes de impostos, depreciação, amortização, juros, na sigla em inglês) das operações continuadas foi de 56 milhões no período.

De acordo com o prospecto preliminar da oferta, a companhia pretende usar os recursos que serão levantados com a oferta primária para novas aquisições e para capital de giro.

O acionista vendedor é o GA Brasil II Fundo de Investimentos em Participações, instituição administrada pela Intrag, do Itaú Unibanco. A empresa também tem entre seus sócios o BNDES, com uma fatia de 21,7 por cento no capital.

(Por Aluisio Alves)

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