Empresas poderão administrar terminal de ônibus em SP

A Secretaria Municipal dos Transportes de São Paulo finaliza um projeto de lei que autoriza a concessão dos 32 terminais de ônibus da Prefeitura à iniciativa privada. Os primeiros que devem ser licitados são os do Parque D. Pedro e das Bandeiras, no centro, e do Grajaú e do Campo Limpo, na zona sul. Em contrapartida, os futuros concessionários vão ter de reformar e ampliar a infraestrutura e a segurança desses pontos.

AE, Agência Estado

26 de janeiro de 2013 | 08h13

A legislação para tentar remodelar os terminais paulistanos deve ser a Primeira Parceria Público-Privada (PPP) da gestão do Fernando Haddad (PT). A ideia trabalhada pelo secretário de Transportes, Jilmar Tatto, em conjunto com técnicos da Secretaria Municipal de Governo, é que os primeiros quatro terminais tenham características semelhantes às das Estações Tatuapé e Itaquera do Metrô, na zona leste, e Santa Cruz, na zona sul.

Anexos às paradas metroviárias, foram erguidos shoppings centers nas últimas décadas. Na Estação Tucuruvi, na zona norte, outro centro comercial também já está em fase de obras.

A São Paulo Transporte (SPTrans) diz deter 28 terminais atualmente - outra estrutura, a de São Mateus, na zona leste, é gerenciada em parceria com a Empresa Metropolitana de Transportes Urbanos (EMTU), do governo do Estado.

Novos terminais também devem ser beneficiados. Um deles poderá ser o de Pinheiros, na zona oeste, inaugurado em dezembro, mas que segue fechado para operações. Existem outros cujas obras nem sequer começaram, como o de Vila Sônia, na zona oeste, que está atrasado segundo o cronograma oficial. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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