Enem também passou a pedir um olhar diferenciado

Ao reformular o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), em 2009, o Ministério da Educação (MEC) lançou como proposta às instituições de ensino superior - inicialmente, apenas às federais - foco nas habilidades e nas competências dos estudantes, deixando de lado cobranças de conteúdos sem relacioná-los com a realidade, problema que ocorria em alguns processos seletivos.

Felipe Oda / JORNAL DA TARDE, O Estado de S.Paulo

14 de fevereiro de 2011 | 00h00

Dessa forma, a prova do Enem deixou de ser estruturada por disciplinas tradicionais (como física, história e biologia) e passou a ser dividida por áreas do conhecimento. As novas denominações dessas áreas são Linguagens e Códigos, Matemática, Ciências da Natureza e Ciências Humanas.

Com esse movimento, o Enem, que hoje se tornou um vestibular unificado para muitas instituições públicas em todo o País, tem a expectativa de enxugar os currículos de escolas de ensino médio ou pelo menos adaptá-los à proposta.

Anos antes da reformulação do Enem, esse perfil menos conteudista - que abre espaço para análises de obras de arte, por exemplo - já havia sido adotado no vestibular da Fuvest.

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