Entidade fiscaliza e auxilia L Word

A Warner lança amanhã o 3.º ano de L Word; série tem assessoria para retratar as lésicas

O Estado de S.Paulo

19 Julho 2007 | 05h50

Nos EUA, a mídia é fiscalizada pela Gay & Lesbian Alliance Against Defamation (Glaad), que dá assessoria a atrações de temática gay como L Word (Warner, segundas, às 23h). Tudo isso para garantir que as protagonistas - lésbicas assumidas e outras indecisas - sejam retratadas de forma real. "O trabalho é educar as redes a usar expressões e definições corretas sem cair no sensacionalismo e na difamação", explica a diretora da entidade Monica Taher, que prestou auxílio ao filme Brokeback Mountain. Na TV, Monica cita Queer as a Folk (Os Assumidos), Will&Grace e L Word como bons exemplos de atrações gays. "Queer as a Folk foi uma revolução. Foi a primeira vez que uma rede americana exibia uma série completamente gay", fala Monica. "L Word, da mesma forma, retrata mulheres que têm seus problemas, suas vidas. A única diferença é a orientação sexual delas. Para ela, a mídia de língua inglesa está mais adiantada do que a latina nesse aspecto. A Glaad acompanha redes latinas dentro e fora dos EUA e mantém contato até com a Globo. Monica defende as novelas brasileiras e fala que a iniciativa de autores de tramas como Senhora do Destino, Páginas da Vida e América ajuda a quebrar preconceitos.

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