Entidades planejam mover ação contra as operadoras

Em parceria com a Associação Brasileira de Defesa do Consumidor (Protege), a APM lançou um serviço de orientação e denúncia para clientes de planos. Além de encaminhar reclamações, as entidades querem formar um banco de dados para entrar com uma representação contra as operadoras no Ministério Público (MP).

BRUNO DEIRO, Agência Estado

16 de agosto de 2012 | 09h22

O promotor Carlos Barbosa diz que é prematuro falar sobre a ação, mas que as denúncias podem até levar ao fechamento de planos. "Cabe à ANS fiscalizar. Não faltam leis para punir, falta atuação mais enérgica dessa entidade", diz o promotor. "O MP pode atuar se houver demandas coletivas."

A central de denúncias atenderá todo o País por telefone e e-mail. A Protege espera ter informações mais precisas sobre o atendimento. "Uma das principais questões é a negativa de atendimento sem justificativa, algo que ocorre com muita frequência", afirma a presidente da Protege, Maria Inês Dolci. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo

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