Entidades planejam mover ação contra as operadoras

Em parceria com a Associação Brasileira de Defesa do Consumidor (Protege), a APM lançou um serviço de orientação e denúncia para clientes de planos. Além de encaminhar reclamações, as entidades querem formar um banco de dados para entrar com uma representação contra as operadoras no Ministério Público (MP).

O Estado de S.Paulo

16 de agosto de 2012 | 03h03

O promotor Carlos Barbosa diz que é prematuro falar sobre a ação, mas que as denúncias podem até levar ao fechamento de planos. "Cabe à ANS fiscalizar. Não faltam leis para punir, falta atuação mais enérgica dessa entidade", diz o promotor. "O MP pode atuar se houver demandas coletivas."

A central de denúncias atenderá todo o País por telefone e e-mail. A Protege espera ter informações mais precisas sobre o atendimento. "Uma das principais questões é a negativa de atendimento sem justificativa, algo que ocorre com muita frequência", afirma a presidente da Protege, Maria Inês Dolci. / B.D.

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