Entre críticas, Padilha defende o Mais Médicos

O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, defendeu nesta sexta-feira, em Salvador, o plano Mais Médicos, ao enfrentar manifestações de sindicalistas da área de saúde. "O que faz a diferença é o médico presente na unidade de saúde perto de casa", afirmou. "O Mais Médicos vai fortalecer a atenção básica, capaz de resolver 80% dos problemas de saúde sem a necessidade de recorrer a hospitais."

TIAGO DÉCIMO, Agência Estado

19 de julho de 2013 | 18h18

Padilha teve um encontro com prefeitos e secretários de Saúde de municípios baianos. O evento, promovido em parceria com o governo do Estado, teve o objetivo de explicar aos gestores o programa Mais Médicos e angariar adesões.

No entanto, alguns sindicalistas vaiaram o ministro e se declararam contra o programa. Um deles interrompeu a fala do secretário de Saúde da Bahia, Jorge Solla, para discursar, em nome do grupo, dizendo que "a saúde é precária na Bahia" e criticando a infraestrutura nos hospitais e postos de saúde no Estado.

Segundo o governo baiano, 100 municípios, dos 417 do Estado, já se inscreveram para participar do programa. Levantamento feito pelo ministério listou 264 cidades baianas como "prioritárias" para o envio de médicos, pela falta de profissionais.

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