Equipe Marussia se diz chocada e indignada com reportagens sobre Bianchi

A equipe Marussia expressou choque e indignação com reportagens da mídia dizendo que o piloto francês Jules Bianchi teria sido aconselhado pela escuderia de Fórmula 1 a acelerar e teria ignorado bandeiras amarelas antes de bater e sofrer graves lesões na cabeça no Grande Prêmio do Japão.

REUTERS

15 de outubro de 2014 | 11h56

A equipe, com sede na Grã-Bretanha, divulgou um comunicado negando o que disse serem reportagens "totalmente falsas" sobre os eventos ocorridos em Suzuka há 10 dias.

"A Equipe Marussia de F1 está chocada e indignada por essas alegações", disse.

"No momento em que o piloto está gravemente doente no hospital, e em que a equipe deixou claro que sua prioridade mais alta é a consideração por Jules e sua família, é desgastante ter de responder a rumores profundamente perturbadores e imprecisos."

A Marussia disse que Bianchi reduziu a velocidade quando os fiscais ergueram bandeiras amarelas, que significam que os pilotos devem estar preparados para parar, após um acidente anterior no mesmo local envolvendo Adrian Sutil, da Sauber.

A equipe afirmou que o delegado de segurança e diretor de provas da Federação Internacional de Automobilismo (FIA), Charlie Whiting, confirmou, por dados de telemetria fornecidos pela equipe, que foi exatamente isso que aconteceu.

Bianchi, piloto promissor ligado à Ferrari, permanece em estado grave, mas estável, em um hospital no Japão, após a batida, em que seu carro aquaplanou na pista e bateu em um trator que estava removendo o carro de Sutil.

(Reportagem de Alan Baldwin)

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