Eric Berland

23 de dezembro de 2010 | 10h07

"Laurent me escolheu? Que honra!". Foi assim que Eric Berland reagiu a sua entrada no jogo. Para seu amigo declarado, fez uma escolha afetiva: Tatiana Cardoso, do Moinho de Pedra. "Minha mulher dizia para eu experimentar a comida da Tatiana, mas não sou muito fã de restaurante natural e evitei quanto pude", confessa o chef do Parigi. Mas um dia ele foi ao restaurante. Virou freguês. "Respeito muito a Tatiana, seu começo na gastronomia foi bonito. Se fosse lá toda semana, não me cansaria", diz. "Fiz um peixe leve e saboroso para ela."

Berland tem especial aptidão para lidar com peixes. Não é acaso. Ele nasceu em Saint Malo, na Bretanha, de onde saem alguns dos melhores peixes e frutos do mar da França. Começou cedo na profissão, aos 13 anos. Aos 17 assumiu a cozinha de um barco; em seguida trabalhou em Paris, com o confeiteiro Gaston Lenôtre. Veio ao Brasil em férias, no fim dos anos 80, conheceu Gisella, com quem acabou se casando. Trabalhou na cozinha do Club Med por um ano. Voltou para casa, teve dois restaurantes e, de volta ao Brasil, comanda o Parigi desde 1998.

 

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