Escolas de samba são multadas em até R$ 43 mil

A Liga Independente das Escolas de Samba de São Paulo anunciou quarta-feira punições a seis agremiações que participaram de tumulto durante a apuração do carnaval deste ano, que terminou com as notas rasgadas. As penas envolvem o pagamento de multas que variam de 10 a 70 salários mínimos, além de sanções administrativas. Todas as escolas deverão publicar pedidos de desculpas em jornais.

AE, Agência Estado

26 de julho de 2012 | 14h03

A maior punição foi dada à Império de Casa Verde, que deverá pagar R$ 43.540 (70 salários mínimos). A escola também perdeu, por seis meses, direito de participar de decisões da Liga. "Vamos acatar essa punição", disse o presidente da Império, Alexandre Furtado. "Como o Tiago (Faria, indiciado por rasgar as notas) estava na nossa mesa, tivemos nossa parcela de responsabilidade". Em 21 de fevereiro, durante a apuração, houve uma confusão entre os dirigentes quando as notas do último quesito eram lidas. Faria, então, subiu no palco e rasgou as notas.

Outros carnavalescos também invadiram o local. A Gaviões terá de pagar R$ 24.880 à Liga e mais indenização de R$ 12.440 à Pérola Negra, que teve um dos seus carros alegóricos incendiado por integrantes da Gaviões. A Camisa Verde e Branco pagará R$ 12.440 de multa e ficará quatro meses sem votar. A Liga julgou que Pérola, Rosas de Ouro e Vai-Vai tiveram participação menor: cada uma foi multada em R$ 6.220 e recebeu uma advertência.

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