Eslovênia não será o próximo Chipre, diz ministro

A Eslôvenia não será o próximo membro da zona do euro a precisar de um resgate financeiro, na medida em que pode esperar por taxas menores de empréstimo antes de fazer nova emissão de dívida, disse o ministro das Finanças do país, Uros Cufer.

MARJA NOVAK E ZORAN RADOSAVLJEVIC, Reuters

29 de março de 2013 | 14h13

Era grande a expectativa de que o novo governo de centro-esquerda buscaria levantar recursos no mercado financeiro logo após assumir o país em 20 de março, mas isso não ocorreu porque os custos de captação dispararam devido à crise no Chipre.

Investidores têm apostado que a Eslovênia, outro pequeno membro da zona do euro com uma população de 2 milhões de pessoas, também precisará de um resgate para manter seus bancos e economia em dia.

Na semana passada, Chipre se tornou o quinto membro do bloco de moeda única a receber ajuda financeira de Bruxelas para sobreviver a uma crise da dívida regional.

Ao passo que os bancos da Eslovênia também estão em dificuldade, o setor é menor que no Chipre e não tem exposição à tóxica dívida grega.

"Não vamos precisar de um resgate neste ano", disse Cufer. "Estou calmo."

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