Estações de reciclagem do Pão de Açúcar fazem 10 anos

Ao completar dez anos de existência, as estações de reciclagem nas lojas do supermercado Pão de Açúcar já arrecadaram quase 50 mil toneladas de material reciclável em todo o País. O programa começou em 2001 no estacionamento de 12 lojas e, hoje, está presente em 110 em todo o Brasil.

O Estado de S.Paulo

09 Outubro 2011 | 03h04

Os clientes do supermercado podem deixar nas estações papel, vidro, plástico, metal e óleo de cozinha armazenado em garrafas PET.

As maiores recicladoras ficam na capital paulista: em agosto deste ano, a loja da Ricardo Jafet foi a grande campeã, com 99,7 mil kg. Em segundo lugar ficou a da Granja Viana (49 mil kg), seguidas pelas do Morumbi (41,6 mil kg), da Washington Luís (35,6 mil kg) e a da Praça Panamericana (28,4 mil kg).

"Nossas pesquisas indicam que os clientes estão cada vez mais engajados e buscam soluções práticas para a adoção de hábitos de consumo mais sustentáveis", diz Hugo Bethlem, vice-presidente do Grupo Pão de Açúcar. No ano passado, foram mais de 8 mil toneladas de material arrecadado. E, em 2011, até agosto, esse número superou a marca das 6 mil toneladas.

A ação é feita em parceria com a Unilever. Os materiais recicláveis são doados a cooperativas de reciclagem, e o óleo de cozinha usado é transformado em biocombustível.

Campanha. Para comemorar os dez anos das estações de reciclagem, o Pão de Açúcar preparou um concurso cultural na internet. Para participar, é preciso contar uma história verídica relacionada às estações no site paodeacucar.com.br/sustentabilidade, a partir desta terça-feira.

A promoção tem validade durante todo o mês de outubro. Serão premiadas as 20 melhores histórias.

Entre os prêmios está uma viagem para conhecer o trabalho da ONG Instituto de Permacultura e Ecovilas do Cerrado, em Pirenópolis (Goiás), bicicletas dobráveis e cestas de produtos sustentáveis. "Uma mudança de atitude simples, como descartar corretamente os resíduos, promove benefícios significativos para o meio ambiente. Com soluções cotidianas, buscamos disseminar práticas sustentáveis e despertar as pessoas para a causa ambiental", diz Bethlem. / AFRA BALAZINA e KARINA NINNI

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