Tiago Queiroz/Estadão
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Estado cria gabinete de crise devido a fogo em Santos

O incêndio no cais da Alemoa, no Porto de Santos, completou três dias hoje (4), com mais um tonel em chamas. O governo do Estado de São Paulo ainda teve de instalar na prefeitura de Santos um gabinete de crise para acompanhar e tomar providências adicionais.

LUIZ ALEXANDRE SOUZA VENTURA, ESPECIAL PARA O ESTADO, O Estado de S. Paulo

04 Abril 2015 | 20h04

Esse gabinete incluiu o vice-governador, Márcio França, e os secretários Saulo de Castro (Governo), Alexandre de Moraes (Segurança Pública) e Patrícia Iglecias (Meio Ambiente). Segundo as autoridades, 93 homens do Corpo de Bombeiros se revezavam no combate às chamas e no resfriamento dos tanques, para evitar que o fogo se propagasse. A ideia era manter o trabalho de resfriamento, porque não era possível extinguir o fogo. Na área, a temperatura chegava a 800ºC, o que causava evaporação.

As equipes usavam espuma especial para tentar abafar as chamas, estratégia que garantia o confinamento das chamas em três tonéis - em outros dois, o fogo já havia sido totalmente controlado. Na tarde de ontem, porém, um sexto tanque foi atingido pelas chamas.

Ao lado do quarto tanque incendiado, há ainda mais dois, segundo a empresa Ultracargo. Um deles vazio e o outro com etanol - ambos ainda não haviam sido afetados.

Sem risco. A prefeitura usou o Facebook para tentar tranquilizar a população. O prefeito Paulo Alexandre Barbosa (PSDB) destacou que a situação era "estável". A secretária estadual Patrícia Iglesias também veio a publico para dizer que não havia risco para a população.

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