Estado parcela desconto de professores

Atendendo parcialmente a um pedido do Sindicato dos Professores do Ensino Oficial de São Paulo (Apeoesp) e de outras entidades de classe, a Secretaria Estadual de Educação resolveu ontem dividir em duas vezes o desconto dos dias parados dos docentes que permaneceram em greve por mais de 13 dias. Cada escola afetada pela paralisação, que durou um mês, decidirá o calendário de reposição das aulas.

, O Estado de S.Paulo

17 de abril de 2010 | 00h00

O governo descontará até 13 dias do salário que será depositado em maio. O restante dos dias parados será descontado em junho. A Apeoesp pedia que os salários fossem pagos integralmente e que, apenas se o professor não fizesse a reposição, os valores fossem descontados. Inicialmente o governo havia anunciado que o desconto seria integral, de uma só vez.

Em nota divulgada ontem, a secretaria destacou que o número de professores que aderiram à greve "foi variável" e "poucos foram os que ficaram paralisados" durante todo o período. A secretaria, porém, não informou o número de professores que ficaram parados todo o mês.

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