Tiago Queiroz/AE
Tiago Queiroz/AE

Estas panelas dispensam o fogão

Neste ano, os lançamentos de panelas elétricas chamaram a atenção nas feiras de eletrodomésticos em São Paulo. Para saber até que ponto vale investir no equipamento, o Paladar reuniu os principais lançamentos. A ideia era testar se substituem com eficiência a dupla tradicional panela/fogão. Para comparar, preparamos algumas receitas simultaneamente na panela elétrica e no fogão. Os resultados? Confira a seguir.

Lucinéia Nunes, O Estado de S.Paulo

15 Agosto 2013 | 02h54

Começamos preparando arroz básico. Ele ficou pronto mais rápido na panela comum, mas grudou um pouco no fundo e, apesar de soltinhos, os grãos ficaram menores. Nas elétricas, a preparação é mais prática: você só põe o arroz, a água e os temperos, e a panela trabalha sozinha. Além do arroz, servem também para outros preparos, como saltear, refogar e cozinhar no vapor, porém, nesses casos, o trabalho é igual ao da panela comum.

Na wok, salteamos legumes. A wok elétrica surpreendeu pela rapidez com que esquentou - antes da convencional - e os legumes ficaram prontos primeiro. A outra vantagem é que as bordas não aquecem, o que permite manusear com maior facilidade que a comum. E dá para levar à mesa. Fora isso, o trabalho é o mesmo e o resultado, idem.

Para preparar carnes na panela elétrica do tipo chapa não é preciso usar gordura, outra vantagem é que ela pode ir à mesa. Conclusão: panela elétrica é boa alternativa para fazer arroz, a chapa também vale e, no caso da wok, a principal vantagem é a mobilidade.

Sem gordura

A panela Sibaris, da Mallory, com chapa lisa e antiaderente, fritou os pedaços de carne tão bem quanto a frigideira no fogão – e sem nada de óleo. Um seletor de temperatura ajuda a controlar o calor e não queimar o alimento. Pequena, pode ir à mesa e continuar funcionando. Vem com tampa de vidro com saída de vapor e, além de fritar, também aquece, assa e gratina. Custa R$ 69,90, na loja virtual ricardoeletro.com.br.

Multifuncional   Novidade da Electrolux, a panela elétrica Chef passou no teste do arroz. Apesar de um pouco empapado, parecido com o arroz japonês, ficou saboroso e se manteve quente por mais tempo do que na panela convencional. Com recipiente interno antiaderente, a panela tem ainda suporte para cozimento a vapor e pode ser usada para fazer sopas, cozinhar legumes e carnes. Está à venda em dois tamanhos, de oito ou dez xícaras (R$ 129 e R$ 149), na Casa Electrolux (R. Colômbia, 157, Jd. América, 3465-1400) e lojas especializadas.

Saltear, fritar, grelhar   A wok elétrica da Cadence salteou legumes mais rápido que a wok convencional, no fogão. Também é indicada para grelhar e refogar alimentos sem uma gota sequer de gordura. Tem desempenho semelhante ao da versão tradicional, mas é uma ótima solução para quem não quer usar o fogão. Vem com tampa de vidro temperado e custa, em média, R$ 180, nas grandes redes de eletrodomésticos  www.cadence.com.br).

Salgado ou doce?   A Bianca Rice, da Mondial, cozinhou perfeitamente o arroz. Um termostato evita que o alimento queime e um sensor é ativado quando a água seca, interrompendo o cozimento e ativando a função aquecer, que pode manter o alimento quente por até oito horas. É prática, fácil de usar e vem com um livrinho com 15 receitas, incluindo risotos e arroz-doce. Custa, em média, R$ 110, nas lojas Magazine Luiza, Americanas e Multicoisas.

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