Estrelas da festa

Ingredientes e utensílios que marcaram a edição 2009

O Estado de S.Paulo

11 Junho 2009 | 03h21

Maniuara

Este é o nome da formiga servida frita na aula de d. Brazi e Conde Aquino, no domingo. Em São Gabriel da Cachoeira, no Amazonas, elas já podem ser encontradas na feira, mas mais tradicional é ir para o meio da selva com um pedaço de cipó ou uma vareta e meter no

formigueiro. Ela mordem a isca e aí basta puxar a vareta e encher o saco plástico. "É uma importante fonte de proteínas para as populações indígenas", diz Conde. Podem ser comidas puras, com caldo de peixe ou misturadas à farinha de pupunha, como foi feito na aula. Muita gente saiu com elas no estômago - e na cabeça.

Jiló

Fruto de casca verde com sementes claras, ele foi o astro da aula de Mara Salles, Neide Rigo e Ana Soares. Nunca se viu tantos modos deliciosos de prepará-lo. Caviar de jiló, antepasto de jiló, jiló confitado, jiló com especiarias, tudo isso apareceu na aula Amargo: o resgate de um gosto. Amargo como jiló? Não, gostoso como jiló.

Limão-cravo

Ele dá o ano todo em sítios nos arredores de São Paulo e agora começa a ser encontrado mais facilmente por aqui. "As pessoas estão redescobrindo o limão cravo", acredita Rodrigo Oliveira, que usa até suas folhas para fazer chá. Beto Pimentel fez uma declaração de amor ao limão, que chama de china. Neide Rigo fez suco do limão (que ela chama de rosa) a James Oseland.

Máquina de sorvete

A sorveteira dinamarquesa chegou a São Paulo na bagagem do chef Simon Lau, que nasceu na Dinamarca mas tem restaurante em Brasília. "Custa menos de R$ 1.500", contou Simon, que preparou nela sorvete de roquefort brasileiro em sua aula de sábado. Foi a sensação entre os chefs.

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