Estudo feito para o governo alemão vê falhas no País

Um estudo de 2009 encomendado pelo governo alemão à empresa francesa Areva, candidata a fornecer equipamentos para Angra 3, questionou o plano de emergência nuclear do Brasil. Segundo o documento, a determinação de, em caso de vazamento, não remover pessoas que vivem entre 10 e 15 quilômetros das usinas deveria ser repensada e a Rodovia Rio-Santos precisaria estar mais bem preparada. Após o acidente de Fukushima, porém, além de desligar as sete usinas mais velhas em operação no país, a Alemanha suspendeu o crédito de cerca de R$ 3 bilhões dado à Areva para exportar equipamentos para Angra.

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