Ex-sushiman e ex-gerente do Nagayama abrem o Ohka

Novo japonês do Itaim Bibi privilegia a cozinha fria e flerta com iguarias como filhote de enguia e minipolvo

Janaina Fidalgo,

11 de agosto de 2011 | 18h39

O Ohka, novo restaurante japonês no Itaim Bibi, abriu há uma semana em silêncio e com rostos conhecidos do Nagayama. De lá vieram o sushiman Joberval Pereira, o Robson, e o gerente Admilson Rodrigues, o Menudo - sócios da casa com outros quatro investidores.

Arquitetura moderna, ambiente escuro e em tons de vermelho, o restaurante tem no balcão de sushi outro profissional conhecido do público paulistano, Billy Tatsushi, ex-Kinoshita e ex-Santa Maria. No novo restaurante, Billy é subchef de Robson.

O forte do cardápio do Ohka (flor de cerejeira, em japonês), aberto agora no início apenas no jantar, é a cozinha fria - apesar de haver a promessa de, em breve, ampliar a oferta de pratos quentes para além de tempuras, tonkatsu e yakisoba.

A linha do restaurante, diz Menudo, é a da cozinha tradicional japonesa, "sem muita mistura, uma volta às origens, sem nada de maionese nem cream cheese". Há boa oferta de peixes e frutos do mar servidos em duplas de sushi, como o saba toro (barriga gorda de cavalinha), buri, robalo, serra, enguia e vieira (de R$ 12 a R$ 20, em média) e em sashimi (o toro de atum, com cinco peças, sai por R$ 29).

Mas o Ohka flerta também com as iguarias (barbatana de tubarão, minipolvo, filhote de enguia e ovas de bacalhau) e os "aditivos" para impressionar, como foie gras e azeite trufado - este último, usado com aceto balsâmico, acaba encobrindo o delicado sabor do polvo.

 

Ohka

R. Professor Carlos de Carvalho, 105, Itaim Bibi, 3078-3979. 19h30/0h

(6ª e sáb., 19h30/0h30).

Cc.: M., D. e V.

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