Experiência transferiu DNA entre bactérias

Para criar o organismo sintético, a equipe de Venter começou por reconstruir, com um computador, o genoma de uma bactéria comum, Mycoplasma mycoides. A informação foi colocada em um sintetizador de DNA, que produziu filamentos de DNA. Esses filamentos foram costurados ao serem inseridos em levedura e depois em bactérias E. coli. Os mecanismos naturais de reparo da bactéria resultante viram os filamentos como fragmentos partidos e os reuniu.

, O Estado de S.Paulo

23 de maio de 2010 | 00h00

Após várias rodadas, os cientistas montaram todas as letras do genoma da bactéria. Para marcar o genoma como sintético, inseriram novos filamentos de DNA, cada um deles uma marca d"água que carrega mensagens codificadas.

O passo crucial veio a seguir: eles transferiram o genoma sintético para outro tipo de bactéria comum. À medida que se multiplicava, ela passava a usar o genoma sintético.

A humanidade agradecerá ao criador da vida sintética

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