Falta de passagens aéreas é problema no início da Superliga

O presidente da Confederação Brasileira de Vôlei (CBV), Ary Graça, diz se tratar de um "contratempo". Para algumas equipes, porém, representa grande problema no início da Superliga, que pretende ser marcada pelo número recorde de times - 17 no masculino e 13 no feminino - e pelo repatriamento de campeões olímpicos. Os participantes estão preocupados com o fim da parceria com a empresa que fornecia passagens aéreas, hospedagem e traslados.

Valéria Zukeran, O Estadao de S.Paulo

01 Dezembro 2009 | 00h00

De acordo com Graça, o problema surgiu em cima da hora. "No fim da Superliga, a CVC tinha manifestado verbalmente o desejo de renovar o contrato, mas, há alguns dias, soubemos que não continuariam." A CVC afirma que houve mudança na estratégia de marketing.

O dirigente negocia com a empresa aérea Gol. Se não der certo, subsidiará passagens, cerca de 8 mil, a custo de R$ 1 milhão a 1,5 milhão. Mas as equipes se preocupam. Nos bastidores, afirmam que o custeio da viagem de 13 pessoas por jogo não é suficiente, já que as delegações têm18 integrantes.

Para times como a Cimed, o problema não é só financeiro. "Temos jogo no dia 29 em São Paulo e nos preocupa encontrar voos para voltar para Florianópolis (cidade turística). Provavelmente o time não viajará todo junto, mas, se o problema apertar, vamos de ônibus", diz o técnico Renan Dal Zotto.

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