Família vítima de botulismo em SP deve deixar hospital

A família vítima de botulismo em Santa Fé do Sul, a 620 km de São Paulo, deve receber alta nesta quinta-feira. A informação é do médico Rafael Nilsen, da Santa Casa da cidade. Ele falou à Agência Estado que aguardava apenas a chegada do outro médico que cuida do caso, José Maria Ferreira dos Santos, para que os pacientes fossem mandados para casa. Eles devem continuar, porém, sendo monitorados nos próximos dias.

RENE MOREIRA, Agência Estado

23 de agosto de 2012 | 15h57

As vítimas, Benedito José dos Santos, de 38 anos, Elisete Garcia, de 30, e os filhos Juliana Bruna, de 12, e Cristiano, de 9, foram internados domingo, com vômito, diarreia, dificuldade de locomoção e visão embaçada. O quadro se agravou e os médicos tiveram de requisitar às pressas o soro específico contra o botulismo. Uma megaoperação da Polícia Militar e de outros órgãos garantiu que o soro fosse levado a tempo de São Paulo para Santa Fé do Sul salvando assim as vítimas.

Nesta quinta-feira, a Secretaria de Saúde do Estado de São Paulo publicou determinação cautelar no Diário Oficial anunciando a interdição de um lote da mortadela suspeita de ter contaminado a família. Além desse alimento, da marca Estrela, foi proibida a venda em todo o Estado de um lote de milho verde em conserva, da marca Quero. A proibição vai até a conclusão das análises das amostras recolhidas e encaminhadas ao Instituto Adolfo Lutz, na capital paulista.

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