Famílias de vítimas exigem verdade sobre naufrágio na Itália

Sobreviventes e parentes das vítimas do naufrágio do Costa Concordia exigiram a verdade durante uma pré-audiência sobre o acidente na Itália no sábado, enquanto alguns ainda esperam pela identificação de seus entes queridos, um mês e meio depois do desastre.

SILVIA ALOISI, REUTERS

03 Março 2012 | 13h01

O navio de cruzeiro gigante virou na Toscana, perto da Ilha de Giglio, depois de bater numa rocha, no dia 13 de janeiro, matando pelo menos 25 pessoas. Sete pessoas ainda estão desaparecidas e oito dos corpos encontrados ainda não foram identificados.

Promotores acusaram o capitão Francesco Schettino de ter causado o acidente, ao levar o navio Costa Concórdia, de muitos andares e que levava mais de 4.200 passageiros e tripulantes, para muito perto da costa.

Oito outros oficiais e executivos da empresa proprietária do navio - a Costa Cruises - também estão sob investigação.

"Queremos saber a verdade, o que aconteceu e o que devemos fazer agora. É só isso que pedimos," disse Hilaire Blemand, um cidadão francês cujo filho Michael estava no navio com a namorada Mylene Litzler, de 23 anos.

Os dois ainda estão desaparecidos.

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