Fannie Mae tem lucro e não vai precisar da ajuda do Tesouro

A Fannie Mae, a maior fonte de financiamento imobiliário dos Estados Unidos, informou nesta quarta-feira que não precisará de mais ajuda dos contribuintes após o lucro de 2,7 bilhões de dólares no primeiro trimestre, o período mais estável desde que o governo norte-americano a assumiu.

MARGARET CHADBOURN, REUTERS

09 Maio 2012 | 14h39

Pela primeira vez desde o terceiro trimestre de 2008, a Fannie Mae não necessitou de ajuda dos contribuintes para se manter, e pagou 2,8 bilhões de dólares em dividendos ao Tesouro norte-americano referentes à participação do governo na companhia.

O governo assumiu a Fannie Mae e a concorrente menor Freddie Mac em setembro de 2008 no ápice da crise de crédito, quando as perdas de hipotecas ameaçaram a solvência dessas duas companhias. O custo dos resgates passou de 151 bilhões de dólares.

A Fannie Mae tinha amargado prejuízo de 6,5 bilhões de dólares no primeiro trimestre de 2011. A melhora do resultado se deu principalmente por causa de despesas mais baixas relativas a crédito, na medida em que o preço das casas se estabilizou em algumas regiões do país e as perdas com vendas de propriedades hipotecadas diminuíram.

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