Feiras

Ir à feira de orgânicos é dar um passo. É preciso se programar, saber aonde e quando ir. Por outro lado, as vantagens são muitas: oferta maior, preço menor, contato com o produtor.

O Estado de S.Paulo

19 Junho 2014 | 02h08

Em Curitiba há feiras diárias. No Rio, são 18 feiras. Em São Paulo, só oito. Para piorar, a feira do Modelódromo do Ibirapuera tem permanência garantida no parque só até agosto. "Estamos negociando para continuar lá e aumentar a presença em mais bairros", diz Márcio Stanziani, secretário executivo da Associação de Agricultura Orgânica (AAO).

Fernando Oliveira, d'A Queijaria, promove, há três meses, uma feira com 40 produtores, às quintas, na Rua Girassol, na Vila Madalena. "São mais de 250 produtos à venda, entre hortifrúti, queijos, pescado e até méis", afirma Oliveira, que também vende orgânicos pelo site Alimento Sustentável. Ele diz que a ideia é levar a feira a outras regiões da cidade. "As feiras são uma forma de ter contato com o produtor."

Vantagem: preço e oferta. Nas feiras, é possível encontrar produtos que vão muito além de vegetais (de grãos a leite, de queijos a geleias), comparar preços e pechinchar.

Desvantagens: localização. Em algumas cidades, como São Paulo, elas são restritas a alguns bairros ou regiões, o que torna o acesso mais difícil.

Onde: Feira da Água Branca, Ter. sáb. e dom. Av. Francisco Matarazzo, 455

Feira do Modelódromo, sáb.,

Rua Curitiba, 292

Feira d'A Queijaria, quinta (exceto feriados). Rua Girassol, nº 591

Mapa no site do Idec: www.idec.org.br/feirasorganicas

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